
Estou com o novo blog.
Agora mais direcionado aos trabalhos.
Quem quiser conferir serão bem recebidos
PJART.NET
Abraços!



Parceira e mulher. Sempre!!! Do lado de fora da galeria, de frente a empena que conseguiu chamar a atenção de todo o centro da cidade.
Palavras de abertura de Diego... e depois eu tentando dizer alguma coisa =|
Um dia pensaram que não daríamos em nada. Agora temos advogado, dentista, musico, reporter, professor todos na exposição do ilustrador e todos ainda sem dinheiro..rsrs
Minha esposa e Cris.
Meu irmão com minha sobrinha. "u desenhu du tiu Junio, u desenhu du tio Junio"... rsrs linda.
Helder analisando a arte profundamente.



Por se tratar de uma galeria tradicional e meus trabalhos terem um contato maior com o público jovem a ideia foi transformar a sala em um grande quarto com "fotos" pregadas na parede com taxinhas.. eu, particularmente, gostei demais... suspeito, suspeito.


Esta rolando uma exposição dele aqui na cidade.
ANDY WARHOL - ARTE E PRÁTICA PARA O DIA A DIA
Simplesmente perfeito. Não é do tipo que todos digerem, precisa conhecer o contexto e viajar nas intenções... como diz Diego: "Cultura é uma cinência, não é pra todos"
Registrado como Andrew Warhola, era filho de pais originários da Eslováquia que migraram para os Estados Unidos durante a Primeira Grande Guerra para seu pai evitar ser recrutado pelo exército austro-húngaro.
Aos 17 anos, em 1945, entrou no Instituto de Tecnologia de Carnegie, em Pittsburgh, hoje Universidade Carnegie Mellon e se graduou em design.
Logo após mudou para Nova York e começou a trabalhar como ilustrador de importantes revistas, como Vogue, Harper's Bazaar e The New Yorker, além de fazer anúncios publicitários e displays para vitrines de lojas. Começa aí uma carreira de sucesso como artista gráfico ganhando diversos prêmios como diretor de arte do Art Director's Club e do The American Institute of Graphic Arts.
Fez a sua primeira mostra individual em 1952, na Hugo Galley onde exibe quinze desenhos baseados na obra de Truman Capote. Esta série de trabalhos é mostrada em diversos lugares durante os anos 50, incluindo o MOMA, Museu de Arte Moderna, em 1956. Passa a assinar Warhol.
O anos 1960 marcam uma guinada na sua carreira de artista plástico e passa a se utilizar dos motivos e conceitos da publicidade em suas obras, com o uso de cores fortes e brilhantes e tintas acrílicas. Reinventa a pop art com a reprodução mecânica e seus múltiplos serigráficos são temas do cotidiano e artigos de consumo, como as reproduções das latas de sopas Campbell e a garrafa de Coca-Cola, além de rostos de figuras conhecidas como Marilyn Monroe, Liz Taylor, Elvis Presley, Che Guevara e símbolos icônicos da história da arte, como Mona Lisa. Estes temas eram reproduzidos serialmente com variações de cores.
Além das serigrafias Warhol também se utilizava de outras técnicas, como a colagem e o uso de materiais descartáveis, não usuais em obras de arte.
Em 1968, Valerie Solanis, fundadora e única membro da SCUM (Society for Cutting Up Men - Sociedade para castrar homens) invade o estúdio de Warhol e o fere com um tiro, mas o ataque não é fatal e Warhol se recupera, depois de se submeter a uma cirurgia que durou cinco horas. Este fato é tema do filme "I shot Andy Warhol" (Eu atirei em Andy Warhol), dirigido por Mary Harron, em 1996.
Em 1987 ele foi operado à vesícula biliar. A operação correu bem mas Andy Warhol morreu no dia seguinte. Ele era célebre há 35 anos. De facto, a sua conhecida frase: In the future everyone will be famous for fifteen minutes (No futuro, toda a gente será célebre durante quinze minutos), só se aplicará no futuro, quando a produção cultural for totalmente massificada e em que a arte será distribuída por meios de produção de massa.